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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJETOS
Projeto de Curso de Pós-Graduação Lato Sensu

Maceió-AL
2024

1.

Apresentação
1.1.

Institucional

Criada há 62 anos, a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) é Pessoa
Jurídica de Direito Público Federal, inscrita no CNPJ: 24.464.109/0001-48, sediada à
Avenida Lourival de Melo Mota, s/n, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió,
estado de Alagoas. É uma Instituição Federal de Educação Superior (IFES), criada
pela Lei nº 3.867/61, de 25 de janeiro de 1961, com o propósito de integração das
faculdades e escolas isoladas de Ensino Superior, fundadas entre as décadas de
1930 e 1950, entre as quais, as Faculdade de Direito (1933), de Medicina (1951), de
Filosofia (1952), de Economia (1954), de Engenharia (1955), de Odontologia (1957)
e a Escola Padre Anchieta, onde funcionava o Curso de Serviço Social (1957).
A UFAL conta com 4 campi (Campus A. C. Simões – Maceió, Campus CECA
– Rio Largo, Campus de Arapiraca e Campus do Sertão – Delmiro Gouveia). Além
desses municípios, a UFAL está presente nas cidades de Palmeira dos Índios,
Penedo, Viçosa e Santana do Ipanema por meio das unidades educacionais dos
campi fora de sede, atendendo à juventude e à sociedade em geral da região.
Também, por meio da educação a distância, a UFAL está presente em 17 Polos nos
municípios de Palmeira dos Índios, Olho D’Agua das Flores, São José da Lage, Matriz
do Camaragibe, Maragogi, Porto Calvo, Penedo, Piranhas, Santana do Ipanema,
Maceió, Delmiro Gouveia, Arapiraca, Boca da Mata, Cajueiro, Coruripe e Teotônio
Vilela.
A UFAL possui, aproximadamente, 21 mil estudantes matriculados nos 93
cursos de graduação presenciais, além de mais de 700 estudantes matriculados nos
11 cursos de graduação à distância. Na modalidade de pós-graduação, são 49
programas stricto sensu, oferecendo 33 mestrados acadêmicos, 12 mestrados
profissionais e 20 doutorados acadêmicos. Soma-se ainda 17 especializações.
A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEAC), unidade
acadêmica proponente do presente curso, é constituída pelos Cursos de graduação
em Economia, Administração e Contabilidade, que juntos totalizam aproximadamente
2.000 alunos matriculados. Possui 64 professores efetivos, dos quais 80% são
doutores. Na pós-graduação, oferece o Curso de Mestrado em Economia Aplicada e
Mestrado em Administração Pública-PROFIAP. A FEAC possui experiência na oferta
de vários cursos de especialização, quando já foram ofertados, por exemplo, cursos
de gestão em saúde, gestão pública e gestão pública municipal, dentre outros.

1.1.1.

Infraestrutura de apoio ao curso

O prédio da unidade acadêmica FEAC foi entregue em 2014 e dispõe de salas
de secretarias, de aula, de estudos, de professores e de grupos de pesquisa. Sobre

a infraestrutura administrativa a FEAC, dispõe de uma secretaria executiva, além de
uma secretaria exclusiva para dar suporte aos cursos de pós-graduação da unidade
e suas respectivas coordenações. Ademais, os cursos de especialização da UFAL
estão vinculados à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação (PROPEP), que
também conta com o apoio da Coordenação de Pós-Graduação.
As salas de aula de pós-graduação são equipadas com aparelhos de
arcondicionado e projetores multimídia, além de quadro branco. A FEAC possui
também dois laboratórios de informática que atendem aos cursos de graduação e
pósgraduação. Com o uso compartilhado, funcionam mediante solicitação de reserva,
para professores que desejam ministrar aulas utilizando computadores. Os
laboratórios possuem ar-condicionado e todas as máquinas estão conectadas à rede
mundial de computadores por conexão de alta velocidade. Além disso, todo o campus
A.C. Simões da UFAL é coberto por rede wi-fi livre que pode ser utilizada em
aparelhos pessoais.
A UFAL conta com uma Biblioteca Central cujas instalações incluem um
auditório, sala individual para estudos e sala coletiva para consultas. A Biblioteca
contempla os respectivos serviços: Consulta local aos acervos, Catálogo on-line,
Empréstimo domiciliar, Empréstimo entre bibliotecas, Renovação e reserva on-line,
Emissão de nada consta, Conteúdos digitais, Treinamento em bases de dados
científicas, Levantamento bibliográfico, Comutação bibliográfica – COMUT,
Orientação técnica para trabalhos (de acordo com ABNT), Catalogação na fonte
(elaboração de ficha catalográfica), Biblioteca Digital de Teses e Dissertações –
BDTD, Repositório Institucional – RI, Visita, Reserva de espaços para eventos,
Espaço para jogos (xadrez e damas), Centro de Inclusão Digital – CID e Fotocópias.
O acervo relacionado especificamente às disciplinas do curso de Administração e
Administração Pública é de 18.468, contando títulos, exemplares e materiais
adicionais.
O curso contará com todas as facilidades de acesso à informação propiciada
pela UFAL seja no acervo físico ou eletrônico. Para acesso a informações online
estarão disponíveis os portais oferecidos pelo Sistema de Bibliotecas da Universidade
Federal de Alagoas – SIBI/UFAL, com consulta, reserva e renovação de itens do
acervo físico, com conexões para a base de teses e dissertações da instituição,
acesso a e-books, além de indicações para as bases de dados nacionais e
internacionais. Além do Banco de Periódicos da CAPES, as demais bases citadas
apresentam outros títulos relacionados direta ou indiretamente com a área de
concentração do curso.
1.2. Justificativa
A Pós-graduação Lato Sensu, no âmbito da UFAL, têm como objetivos
atualizar e incorporar competências técnicas para desenvolver novos perfis
profissionais, com vistas ao aprimoramento da atuação no mundo do trabalho e ao

atendimento de demandas por profissionais tecnicamente mais qualificados para o
setor público, as empresas e as organizações do terceiro setor. Além disso, os cursos
de especialização da UFAL também se destinam ao aprofundamento da qualificação
profissional em campo específico do conhecimento, adequado às necessidades
sociais locais, da região e do país. (Resolução nº 106/2022-CONSUNI/UFAL).
Neste ensejo, a FUNDEPES manifestou à Direção da FEAC a necessidade
de especializar seu quadro de colaboradores, com vistas a aprimorar suas
competências e habilidades na área de gestão de projetos.
Diante do exposto, a especialização em Gestão de Projetos configura-se
como um curso de pós-graduação lato sensu de modalidade presencial. É ofertado
em parceria entre a UFAL e a Fundepes com o intuito de promover ações de
qualificação dos funcionários atuantes nas diversas atividades relacionadas à gestão
de projetos destas instituições e do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL).
A viabilidade de ofertar o curso de especialização em Gestão de Projetos para
a FUNDEPES e MPAL segue a prerrogativa da oferta FECHADA de cursos de
especialização, em forma de convênios, parcerias e/ou contratos com outras
instituições, prevista na Resolução nº 106/2022-CONSUNI/UFAL.

1.3.

Objetivos do Curso

A especialização em Gestão de Projetos tem o objetivo de capacitar
profissionais para melhoria dos serviços concedidos, alinhando a prática da atividade
com a apresentação de conceitos bases e suas relações. O curso visa também:
● Desenvolver competências nas áreas de conhecimento inerentes à
gestão de projetos, fortalecendo o emprego desses conhecimentos nos
instrumentos da atividade de gerir projetos;
● Fomentar a capacidade administrativa da Fundepes através da
capacitação do quadro funcional da fundação;
● Apresentar experiências e aprendizados relacionados à atividade de
gestão de projetos com estudos de caso;
● Possibilitar um ambiente de discussão e análise crítica dos diferentes
aspectos que permeiam a gestão de projetos em diferentes setores da
economia;
● Estimular a criação de grupos de discussão e P&D no campo da gestão
de projetos no estado de Alagoas.
Nesse sentido, o curso de especialização em gestão de projetos busca
atender os objetivos propostos com a oferta de 35 vagas, atendendo à Resolução

CNE/CES nº1, de 6 de abril de 2018 e à Resolução CONSUNI/UFAL nº 106, de 22 de
novembro de 2022.

2.

Público-Alvo e Egressos
2.1.

Requisitos de ingresso dos alunos

O curso é destinado a profissionais com nível de graduação que atuem direta
ou indiretamente em atividades de projetos, seja no âmbito público, privado ou terceiro
setor, porém FECHADO para o quadro funcional da Fundepes, UFAL e MPAL. Dada
a interdisciplinaridade do tema, não há restrição quanto a área da graduação do
candidato. Assim, para ingressar no curso é necessário a comprovação dos seguintes
requisitos:
I.
Possuir diploma de nível superior (ou equivalente) em qualquer área de
formação, emitido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da
Educação (MEC);
II.
Fazer parte do quadro funcional da Fundepes, ou da Universidade
Federal de Alagoas, ou do Ministério Público do Estado de Alagoas;
III. Obter aprovação no processo seletivo conduzido pela UFAL;
A seleção será realizada por meio de edital a ser divulgado de acordo com o
cronograma da turma a ser aberta. No edital constarão, além dos requisitos
supracitados, o cronograma do certame e matrícula, os meios de inscrição e
apresentação da documentação comprobatória, bem como a forma e os critérios para
seleção dos candidatos. O processo seletivo será de caráter classificatório e
eliminatório envolvendo análise curricular e carta de intenção (Art. 62 do Estatuto e
Regimento Geral da UFAL).

2.2.

Perfil do profissional egresso

O curso oferta uma formação geral e multidisciplinar, porque trata de aspectos
que permeiam a atividade de gerenciar projetos, sem deixar de voltar-se para
questões específicas. Tais assuntos serão tratados por meio de conteúdos teóricos e
práticos relacionados aos problemas e desafios do contexto nacional e local, ao
mesmo tempo, exercitando o conhecimento adquirido.
A formação oferecida pelo curso visa desenvolver as capacidades gerenciais
dos profissionais por meio de experiências de aprendizagem e troca de ideias que
aprimorem sua capacidade analítica e de decisão aplicadas à sua realidade
profissional.

Dentre as competências a desenvolver, enfatizam-se o conhecimento dos
domínios de desempenho de projetos, a saber, conceitos e ciclo de vida de projetos;
stakeholders, planejamento e entregas; medição e incerteza em projetos. Em termos
técnicos, serão vistos modelos, métodos e artefatos para proporcionar aos discentes
as competências para tomar decisões e criar soluções para os problemas do seu
cotidiano profissional, obtendo preparação para o exercício de atividades em
diferentes níveis gerenciais dos projetos.
Ao concluir, os profissionais egressos deverão estar capacitados para: 1.
Compreender conceitos básicos e atualizados, de acordo com os mais recentes guias
profissionais da área; 2. Conhecer e analisar os principais aspectos a serem
considerados na gestão de projetos; 3. Estar capacitado para assessorar na
concepção, planejamento e execução de atividades em projetos; 4. Demonstrar
habilidade de diagnóstico, elaboração de alternativas e implementação de soluções
para situações organizacionais relativas a projetos.

3.

Caracterização do curso
3.1.

Descrição da oferta das disciplinas e dinâmica do Curso

O curso será ofertado na modalidade presencial, podendo também utilizar o
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) como recurso didático complementar. As
aulas ocorrerão nas sextas-feiras, nos turnos vespertino e noturno e aos sábados no
turno matutino. A carga horária total é de 360 horas, distribuídas em 11 disciplinas de
30h cada e 30h para desenvolvimento de atividade orientada, conforme explicitado no
Quadro 1.
Quadro 1: matriz curricular
DISCIPLINA
Fundamentos de gestão de projetos
Metodologias ágeis
Planejamento e entregas de projetos
Custos do projeto
Gestão de aquisições em projetos e compras públicas
Gestão das partes interessadas
Gestão de riscos
Liderança para gestores de projetos
Estratégia e integração
Gestão da inovação
Metodologia do trabalho acadêmico
Atividade orientada
TOTAL

CARGA HORÁRIA
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
30 horas
360 horas

As disciplinas serão ofertadas ao longo 12 meses e, a partir do fim do último
semestre, os discentes terão até 120 dias para entrega da atividade orientada, sendo
possível prorrogação de até igual período, a critério do colegiado do curso.
Salienta-se que a reprovação em alguma disciplina implica do não
cumprimento da carga horária mínima para obtenção do certificado de especialista
(Art. 8º da Resolução Nº 106/2022-CONSUNI/UFAL) e não obriga a UFAL a ofertar
novas turmas.
3.2.

Ementas e referências

Disciplina: Fundamentos de gestão de projetos
CH: 30h
Ementa
Conceito de projetos. Padrões de gerenciamento de projetos. Projetos, programas
e portfólios. Estruturas organizacionais para projetos. Domínios de desempenho
de projetos. Estrutura genérica do ciclo de vida de um projeto.
Referências
CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI JUNIOR, Roque. Fundamentos em
gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
VALERIANO, Dalton L. Gerenciamento estratégico e administração por projetos.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, c2021.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2017.
BERKUN, Scott. A arte do gerenciamento de projetos. Porto Alegre: Artmed
Editora, 2008.
XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de Projetos: como definir e
controlar o escopo do projeto 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
PATAH, L.; CARVALHO, M. Sucesso a partir de investimento em metodologias de
gestão de projetos. Prod. 26 (1), 2016. https://doi.org/10.1590/0103-6513.048312
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em
gerenciamento de projetos: guia PMBOK. 7. ed. Newton Square: Project
Management Institute, 2021.

Disciplina: Metodologias ágeis
CH: 30h
Ementa
Conceitos. Metodologias ágeis versus métodos preditivos. Framework de projetos
ágeis. Papéis da equipe de projetos em metodologias ágeis. Scrum. Softwares de
apoio.
Referências
VITOR L. MASSARI. Agile Scrum Master no Gerenciamento Avançado de
Projetos. 2. Ed. São Paulo: Brasport, 2019.
FABIO CRUZ. Scrum e Agile em Projetos. 2. Ed. São Paulo: Brasport, 2018.
ALMEIDA, L.; CONFORTO, E.; SILVA, S.; AMARAL, D. Evaluating agility
performance in innovative project management. Prod. 26 (04), 2016.
https://doi.org/10.1590/0103-6513.116213.
CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI JUNIOR, Roque. Fundamentos em
gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2017.
PAASIVAARA, M., DURASIEWICZ, S. AND LASSENIUS, C. Using scrum in a
globally distributed project: a case study. Software Process: Improvement and
Practice, 13, 2008. https://doi-org.ez9.periodicos.capes.gov.br/10.1002/spip.402.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em
gerenciamento de projetos: guia PMBOK. 7. ed. Newton Square: Project
Management Institute, 2021.

Disciplina: Planejamento e entregas de projetos
CH: 30h
Ementa
Ativos de processos organizacionais. Escopo de um projeto. Termo de abertura
do projeto. Estrutura analítica do projeto. Gestão do cronograma.
Referências
LARSON, E.; GRAY, C. Gerenciamento de projetos: o processo gerencial. 6. Ed.
Porto Alegre: Mc Graw Hill, 2016.
SZWARCFITER, C.; HERER, Y.T.; SHTUB, A. Project scheduling in a lean
environment to maximize value and minimize overruns. Journal of Scheduling,
25(2), 2022.

KUCHTA, D.; CANONICO, P.; CAPONE, V.; CAPALDO, G. Uncertainty in the
Planning Phase of Public Projects—Its Scope, Consequences, and Possible
Remedies. Administrative Sciences, 13(6), 2023.
XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos: como definir e
controlar escopo do projeto. São Paulo: Saraiva, 2006.
CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI JUNIOR, Roque. Fundamentos em
gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2017.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em
gerenciamento de projetos: guia PMBOK. 7. ed. Newton Square: Project
Management Institute, 2021.

Disciplina: Custos do projeto
CH: 30h
Ementa
Associação cronograma-custos de um projeto. Tipos de custos. Estimativas de
custos e orçamento. Monitoramento dos custos do projeto (orçamento versus
custo real e entregas).
Referências
LARSON, E.; GRAY, C. Gerenciamento de projetos: o processo gerencial. 6. Ed.
Porto Alegre: Mc Graw Hill, 2016.
DUFFY, M. G. Gestão de projetos: arregimente os recursos, estabeleça prazos,
monitore o orçamento, gere relatórios: soluções práticas para os desafios do
trabalho. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, Campus, 2006.
DE MARCO, A.; NARBAEV, T.; OTTAVIANI, F.M.; VANHOUCKE, M. Influence of
cost contingency management on project estimates at completion. International
Journal of Construction Management, 2023.
WU, Y.; CHEN, K.; LI, L.; YANG, M.; ZHANG, H. Cost monitoring and optimization
system for large complex project. International Journal of Technology, Policy and
Management, 17(3), 2017
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2017.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em
gerenciamento de projetos: guia PMBOK. 7. ed. Newton Square: Project
Management Institute, 2021.

Disciplina: Gestão de aquisições em projetos e compras
CH: 30h
públicas
Ementa
Associação cronograma-custos de um projeto. Tipos de custos. Estimativas de
custos e orçamento. Monitoramento dos custos do projeto (orçamento versus
custo real e entregas).
Referências
TORRES, Ronny Charles Lopes de. Leis de Licitações Públicas comentadas. 15ª
Edição. Editora Juspodivm, 2024.
BRASIL. Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021. Dispõe sobre normas gerais de
licitação e contratação para as administrações públicas. Diário Oficial da União,
Brasília, DF, 2 abr. 2021.
XAVIER, Carlos Magno Da Silva et al. Gerenciamento de aquisições em projetos.
Editora FGV, 2018
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2017.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conhecimento em
gerenciamento de projetos: guia PMBOK. 7. ed. Newton Square: Project
Management Institute, 2021.

Disciplina: Gestão das partes interessadas
CH: 30h
Ementa
Identificação de partes interessadas. Engajamento. Influência, poder e interesses
dos stakeholders no desenvolvimento de projetos. Gestão de Conflitos entre
Stakeholders. Comunicação organizacional.
Referências
CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI JUNIOR, Roque. Fundamentos em
gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2019.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2017.
LEMOS, Ariane Barbosa. Comunicação organizacional e gestão do conhecimento:
práticas, interface e modelagem. Tese (Doutorado) - Universidade Federal de
Minas Gerais, Escola de Ciência da Informação. 2018. Disponível em:
https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/VAFABB5GWS/1/tese_doutorado_ppgci_eci_ufmg_ariane_barbosa_lemos.pdf. Acesso
em 04 mar. 2024.
SZCZEREPA, Leandro; GOTTWALD JÚNIOR, Luis Alberto; SZCZEREPA, Elaine

Maria. A perspectiva positiva dos conflitos em gestão de projetos. Anais... X
CONBREPRO, 2020. Disponível em:
https://aprepro.org.br/conbrepro/2020/anais/arquivos/09012020_200924_5f4ed28
896d9b.pdf. Acesso em 04 mar. 2024.
VALERIANO, Dalton L. Gerenciamento estratégico e administração por projetos.
São Paulo: Pearson Education do Brasil, c2021.
Disciplina: Gestão de riscos
CH: 30h
Ementa
Conceito de risco e sua aplicação em projetos. Identificação e avaliação de riscos.
Estratégias para lidar com riscos. Plano de contingência.
Referências
CALÔBA, Guilherme. Gerenciamento de risco em projetos: ferramentas, técnicas
e exemplos para gestão integrada. 1ª Ed., Alta Books, 2018.
SOLER, Alonso Mazini; BERNAT, Gisele Blak; JOIA, Luiz Antonio; RABECHINI
JUNIOR, Roque. Gerenciamento de Riscos em Projetos. 3ª Ed., Editora FGV,
2014.
FORNI, João Jose. Gestão de crises e comunicação:/ o que gestores e
profissionais de comunicação precisam saber para enfrentar crises corporativas. 3
ed. São Paulo: Atlas, 2019.
The Standard for Risk Management in Portfolios, Programs, and Projects. Project
Management Institute (PMI), 2019.
CHAPMAN, Chris; WARD, Stephen. Project Risk Management: Processes,
Techniques and Insights. 2nd Ed., John Wiley & Sons, 2003.
COOPER, Dale F.; GREY, Stephen; RAYMOND, Geoffrey; WALKER, Phil. Project
Risk Management Guidelines: Managing Risk in Large Projects and Complex
Procurements. John Wiley & Sons, 2004.
Disciplina: Liderança para gestores de projetos
CH: 30h
Ementa
Perfil profissional do gestor de projetos. Aspectos individuais, grupais e
organizacionais que afetam a produtividade e satisfação no trabalho. Gestão
estratégica de pessoas. Motivação.
Referências
BERGAMINI, Cecília Whitaker. Liderança: a administração do sentido. RAERevista de Administração de Empresas, [S.l.], v. 34, n. 3, p. 102-114, mai. 1994.
HELAL, Diogo Henrique; OLTRAMARI, Andrea Poleto; MOSCON, Daniela
Campos Bahia; PAIVA, Kely César Martins de. DICIONÁRIO DE GESTÃO DE

PESSOAS E RELAÇÕES DE TRABALHO NO BRASIL. Gradus Editora, 2023.
Disponível em https://www.graduseditora.com/dicionariopessoasetrabalho
MANSUR, J.; TAVARES, G.; FURTADO, L.; Liderança: revisitando e reformulando
asgrandes questões da teoria e da prática. Cad. EBAPE.BR, v. 21, nº 6, Rio de
Janeiro, e2023-0161, 2023
QUINN, Robert E.; THOMPSON, Michael P.; FAERMAN, Sue R.; MCGRATH,
Michael. Competências gerenciais: princípios e aplicações. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2003.
ROBBINS, Stephen Paul. Comportamento organizacional: teoria e prática no
contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Brasil, 2010.
ZANELLI ET. AL.Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre:
Artmed. 2ª. Edição. 2014.
Disciplina: Estratégia e integração
CH: 30h
Ementa
Conceitos de estratégia organizacional. Projetos como fomentadores da estratégia
organizacional. Definição de objetivos e metas de ação. Estratégias corporativas,
empresariais e funcionais.
Referências
BALLÉ, M.; JONES, D.; CHAIZE, J. A estratégia Lean: para criar vantagem
competitiva, inovar e produzir com crescimento sustentável. Porto Alegre:
Bookman, 2019.
ROSSETTI, José Paschoal; ANDRADE, Adriana. Governança corporativa:
fundamentos, desenvolvimento e tendências. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2014.
SABBAGH, Rafael. Scrum: Gestão ágil para produtos de sucesso. São Paulo:
Casa do Código, 2022
COSTA, R. L. DA; PEREIRA, L. F.; ANTÓNIO, N. DOS S. Estratégia
Organizacional: do Estado da Arte à Implementação Prática. 1a edição ed. [s.l.]
Actual, 2019.
CALDEIRA, J. 100 Indicadores da Gestão: key Performance Indicators. 1a edição
ed. [s.l.] Actual, 2012.
Disciplina: Gestão da inovação
CH: 30h
Ementa
Conceitos, paradigmas e o processo de inovação. Tipos de inovação.
Ecossistemas de inovação. Inovação nos setores público e privado. Marco legal
da inovação e o papel das fundações de apoio.
Referências

TIDD, Joe; BESSANT, John. Gestão da inovação. 5. Ed. Porto Alegre: Bookman,
2013.
TIGRE, Bastos. Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. 2. Ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2014.
CHRISTENSEN, Clayton M; ANTHONY, Scott D.; ROTH, Erik A. O futuro da
inovação: usando as teorias da inovação para prever mudanças no mercado. Rio
de Janeiro: Elsevier, c2007.
FIGUEIREDO, Paulo N. Gestão da inovação: conceitos, métricas e experiências de
empresas no Brasil. 2. Ed. Rio de janeiro: LTC, 2015.
FLEURY, Afonso. Aprendizagem e inovação organizacional. São Paulo: Atlas,
2004.
PETROSKI, Henry. Inovação: da ideia ao produto. São Paulo: Blucher, 2008.
RODRIGUEZ Y RODRIGUEZ, Martius Vicente (Org). Gestão do conhecimento e
inovação nas empresas. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2013.
TRÍAS DE BES, Fernando; KOTLER, Philip. A bíblia da inovação: princípios
fundamentais para levar a cultura da inovação contínua às organizações. São
Paulo: Leya, 2011

Disciplina: Metodologia do trabalho acadêmico
CH: 30h
Ementa
Seminários para conhecimento dos formatos de trabalhos acadêmicos e
metodologias de elaboração. Elaboração de um produto técnico-tecnológico ou
artigo científico.

Referências
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10520
Informação e documentação Citações em documentos Apresentação. São Paulo,
ago. 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6023:
Informação e documentação Referências Elaboração. 2. ed. São Paulo, nov.
2018.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2016. CRESWELL, J. W.;
CRESWELL, J. D. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.
5. ed. Porto Alegre: Artmed. Coleção Métodos de Pesquisa, 2021.
GIL, A. C. Métodos de Pesquisa Social. 7. ed. Atlas, São Paulo, 2019.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica. 8.
ed. São Paulo: Atlas, 2022
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 24. ed. São Paulo: Cortez,
2018.
BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e
som: um manual prático. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2017.
BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M. A arte da pesquisa. 3. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2019.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

3.3.

Corpo docente

O corpo docente dos cursos de Pós-Graduação Lato Sensu será constituído
por docentes do quadro permanente da UFAL, prioritariamente da FEAC. Para
definição do quadro de docentes, foi verificada a compatibilidade entre a sua área de
atuação e a adequação ao programa da disciplina pela qual ficará responsável.
Havendo necessidade, será admitida a participação máxima de 30% (trinta
por cento) de docentes de outras IES públicas ou privadas ou servidores técnicos da
UFAL, que sejam portadores de título de Mestre ou Doutor, obtido em programas de
pós-graduação stricto sensu reconhecido pelo Ministério da Educação ou
reconhecidos no Brasil. A necessidade de corpo docente externo em razão da

especificidade do curso deverá ser justificada e não poderá ultrapassar a 25% da
carga horária do curso. (Art. 26º da Resolução Nº 106/2022-CONSUNI/UFAL).
O Quadro 3 apresenta as disciplinas do curso associadas aos respectivos
docentes do curso, também com a informação sobre a titulação e a unidade ao qual
se encontra associado.
Quadro 3: Docentes do curso
DISCIPLINA
Fundamentos de gestão de
projetos
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Metodologia do trabalho
acadêmico

NOME DO PROFESSOR E UNIDADE
Cláudia Maria Milito
UFAL - FEAC
Wesley Vieira da Silva UFAL
- FEAC
Verônica Nascimento Brito Antunes
UFAL - FEAC
Madson Bruno da Silva Monte
UFAL - FEAC
Evandro Diego Alves Pinheiro UFAL
- SINFRA
Fabiula Meneguete Vides da Silva
UFAL - FEAC
Victor Diogho Heuer de Carvalho
UFAL – Campus do Sertão
Milka Alves Correia Barbosa UFAL
- FEAC
Pablo Viana da Silva UFAL
- FEAC
Rodrigo César Reis de Oliveira UFAL
- FEAC
Ana Paula Lima Marques Fernandes
UFAL - FEAC

TÍTULO
Doutora
Doutor
Doutora
Doutor
Mestre
Doutora
Doutor
Doutora
Doutor
Doutor
Doutora

3.4 Coordenação e colegiado
A gestão do curso será realizada por um Coordenador e um vice coordenador,
pertencentes ao quadro docente da FEAC e que possuam, no mínimo, titulação de
mestre.
O curso contará com um Colegiado, responsável pela supervisão das
atividades didáticas, pelo acompanhamento do desempenho docente e pela
deliberação de assuntos referentes aos discentes do curso. O colegiado do curso de
pós-graduação lato sensu será constituído por 6 (seis), membros titulares:

I.

O coordenador do curso como presidente;

II. 3 (três) representantes do corpo docente do curso;
III. 01 (um) representante
matriculado no curso;

do

corpo

discente

regularmente

IV. 01 (um) representante do corpo técnico-administrativo.

4.

Dinâmica e avaliação da aprendizagem
4.1.

Apresentação da didática de aprendizagem das disciplinas

A prática pedagógica do curso é baseada em aulas expositivas e em
discussões entre alunos e professores, de forma a estimular a participação e a
contextualização do conteúdo com a vivência dos discentes.
Privilegia o ensino aplicado e a articulação entre teoria e prática, buscando
associar a aprendizagem à reflexão e à análise de problemas concretos por meio de
recursos didáticos que ajudem a trazer à sala de aula a realidade do setor e que
favoreçam a troca de experiências, estimulando também o desenvolvimento de
novas soluções.
Entre os principais recursos pedagógicos, os professores se utilizarão de
material bibliográfico clássico, mas também atualizado com suporte em livros e
artigos científicos, bem como de estudos de casos e materiais jornalísticos ou
situações práticas a respeito do tema. O conteúdo principal será disponibilizado aos
discentes antes do início de cada disciplina e será utilizado nos momentos
presenciais para consulta ou realização de atividades. Além disso, poderão ser
usados outros recursos didáticos como material audiovisual (slides, filmes,
documentários etc.) e oficinas. Como meio de interação complementar, os docentes
poderão utilizar plataformas como Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) para
estreitar a comunicação com os discentes, mas nunca em substituição aos
momentos presenciais.

4.2.

Avaliação e Frequência nas disciplinas

Para integralizar os componentes curriculares, os discentes devem cumprir a
carga horária referente a cada disciplina, além de desenvolver a atividade orientada
e obter sua aprovação para computar a carga horária deste componente. As
disciplinas serão presenciais e exigem um mínimo de 75% de frequência do discente

nos encontros presenciais previamente definidos, bem como a aprovação por nota
nos instrumentos de avaliação adotados pelos docentes de cada uma.
A avaliação da aprendizagem será definida no plano de curso de cada
disciplina. O mais importante nesse processo de avaliação da aprendizagem é
identificar a capacidade analítica e crítica dos discentes para lidar com seu contexto
e das suas experiências profissionais, tomando como referência os conhecimentos
teóricos trabalhados no curso. Os professores realizarão atividades, exercícios,
trabalhos ao longo e/ou ao fim das disciplinas cujo conteúdo buscará, principalmente,
a articulação entre teoria e prática.
Os discentes poderão ser avaliados em diferentes momentos: durante as
aulas presenciais, por meio da realização de provas, apresentação de trabalhos ou
realização de tarefas no decorrer dos encontros; e Fora da aula por meio de
pesquisas, exercícios ou atividades planejadas que podem ter o AVA como suporte.
Por fim, com a atividade orientada e sua respectiva avaliação.
O sistema de avaliação de desempenho por disciplina será o de conceito,
expresso por letras, observada a seguinte equivalência de rendimento relativo:
A: Excelente, com rendimento de 90% a 100%.
B: Bom, com rendimento de 80% a 89%.
C: Regular, com rendimento de 70% a 79%.
D: Insuficiente, com rendimento inferior a 70%.
Será considerado aprovado no curso com direito a Certificado o discente que
obtiver os conceitos A, B ou C em cada uma das disciplinas e atividades práticas do
curso, com frequência mínima de 75% em cada uma das disciplinas.

4.3.

Processo de orientação e desenvolvimento de atividade orientada

Cada discente deverá obrigatoriamente ter um orientador para acompanhar
o desenvolvimento de sua atividade orientada (AO), definir a composição da banca
de avaliação e autorizar a publicação no Repositório Institucional da UFAL. A definição
do orientador será realizada pela coordenação do curso e comunicado aos discentes
até o fim do primeiro módulo ou período do curso.
A AO computa 30 horas no currículo do curso, e também estão previstas aulas
com seminários de metodologia com carga horária de 30 horas para auxiliar na
idealização e construção da AO que deverá resultar em um Produto
TécnicoTecnológico ou um artigo científico.

Cada AO será avaliada por pelo menos dois avaliadores, sendo um deles
obrigatoriamente o orientador e o outro podendo ser professor do quadro do curso, de
outra instituição ou um profissional da área de reconhecida capacidade técnica e com
pelo menos certificado lato sensu. Cada membro emitirá uma nota correspondente ao
rendimento do trabalho, variando de 0 a 100, das quais será computada a média (M).
A AO terá o seu conceito expresso por letras, observada a equivalência de rendimento
apresentada no Quadro 2, conforme resolução CEPE/UFAL nº 20/2004.
Quadro 2: Equivalência entre rendimento e conceito

RENDIMENTO
(M = média das notas dos avaliadores)

CONCEITO

M ≥ 90

A

80 ≤ M < 90

B

70 ≤ M < 80

C

M ≤ 70

D

Será considerado aprovado o discente que obtiver o conceito A, B ou C em sua
atividade orientada, computando, assim, as 30 horas designadas para esta atividade.

REFERÊNCIAS
UFAL. Estatuto e Regimento Geral da UFAL. Maceió-AL, 2006. Disponível em:
<https://ufal.br/transparencia/institucional/Estatuto_Regimento_Ufal.pdf>.
UFAL. Portaria GR Nº90/2023 – CPS. Maceió-AL, 09 de março de 2023. Disponível
em: < https://ufal.br/servidor/capacitacao/documentos/legislacao/tabeladegratificacao-por-encargo-de-curso-concurso>.
UFAL. Resolução Nº 106/2022-CONSUNI/UFAL. Maceió-AL, 22 de novembro de
2022. Atualiza e disciplina a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu
(especialização) no âmbito da UFAL. Disponível em: <
https://ufal.br/estudante/posgraduacao/regulamento-lato-sensu-ufal.pdf>.
MEC. Resolução CNE/CES nº 1, de 6 de abril de 2018 - Estabelece diretrizes e
normas para a oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu denominados cursos

de especialização, no âmbito do Sistema Federal de Educação Superior, conforme
prevê o Art. 39, § 3º, da Lei nº 9.394/1996, e dá outras providências. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=85
591-rces001-18&category_slug=abril-2018-pdf&Itemid=30192.>.